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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Um pouco de Paz!

Queria que as coisas fossem diferentes. Gostava de ser eu a receber, de ser eu a ficar calada, de não saber o que responder, de poder sentir que estamos os dois no mesmo barco. Adorava que por momentos invertessem os papéis e que fosses capaz de sentir o que me fazes sentir, a falta de informação, as incertezas, as palavras que pensas e as que não dizes sei lá eu porquê! A questão começa a ser essa "porquê?". Que medo tens tu das palavras, do que sentes, que medo? Seria para mim menos doloroso que as fizesses soar do que passar o resto da minha vida a imaginar o que te vai na cabeça.
O que está a acontecer comigo? Porque estou eu aqui parada no tempo, porquê? E esse sorriso continua igual, como se tivesse sido congelado no tempo e na minha memória. A verdade é que o vejo tantas vezes, em tantos lugares, mesmo que não sejas tu nem ninguém. Às vezes só o vento, o vento daquela tarde, me desperta um sorriso que me lembra o teu.
Não me deixes continuar assim. Diz o que te vier à cabeça, tudo o que quiseres, só não continues assim: tão neutro, tão tu, tão assim assim!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

"the woman who can't be moved!"


Todos os dias eu penso na forma como te conheci, o acaso mais incomum que alguma vez alguém viveu. Fui escolhida entre tantas sem o saber. Tive receio, achei uma parvoíce, mas fui-me deixando levar. O teu jeito contagiou-me, a sinceridade da idade, os receios, a história. Tanto por dizer, por contar mas tudo tão natural.
Era assim que te via até ao dia em que deitas-te por Terra todos os sonhos que sonhei, as viagens que fiz sem sair do lugar, os dias que perdi, as noites em claro a ouvir a tua voz. Aquele terrível dia que me levou o chão e me deixou sozinha, apesar de todos os que estavam à minha volta. Sei que a tua intenção não era magoar-me, mas também sei que não encontro ainda uma explicação lógica para o sucedido. Talvez a imagem conte mais do que penso e a tão bela frase "eu apaixonei-me pela pessoa que tu és e não pela figura que tens!" não passe apenas disso, de bela. 
Mesmo assim, depois de tudo, sinto que por mais que conheça outras vidas serás sempre a minha. Se assim não fosse, não teria justificação para continuar aqui a ver-te passar, a preocupar-me com o que não tem preocupação e a tentar que tudo seja mais fácil, mesmo que a distância continue a ser a barreira. Penso em ti todos os dias, no que falhou, no que podia ter dado certo, no que vive, no que disse e fiz. Sei que podia ter sido mais, talvez melhor, mas o que foi não tem preço e nunca vive outra história assim para que a pudesse contar também.
Resta-me as memórias e a esperança de um dia voltar a abrir o livro e continuar o que ainda resta, só assim terá o seu valor. Mas se não houver regresso irá sempre existir a vontade do que não foi feito ou dito por entre  os caminhos que escolher. Não tenho a certeza do que tens de tão especial, apenas sei que és o que sempre sonhei.
And now, i will try to fix you!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

miminho nº 2 - um anjo do céu!



Passou exactamente um mês. Não consigo imaginar como tudo é tão rápido e ao mesmo tempo tão lento! Morro de saudades tuas, cada vez mais. o teu sorriso, as tuas mensagens, a tua gargalhada, o teu "estás tão linda!", os teus conselhos com a faculdade, os teus ensinamentos, a tua força, tu! E eu pedia que voltasses e todos os dias te digo que queria isso, mas não dá. Não pode ser! E eu tento convencer-me disso e imaginar que um dia, quem sabe próximo, estaremos juntas outras vez.
Onde quer que estejas continua a cuidar de mim e deles, continua a aparecer e a falar, continua a deixar pistas, ouve-nos, caminha connosco! Nós gostamos disso e sabemos tão bem quando estás aqui ao lado. Acredita, nós sentimos-te sempre que estás de volta e nos abraças e confortas com o teu sorriso.
Não me esqueci de nada do que me disseste, guardo a tua última mensagem religiosamente e quase que a sei de cor, letra por letra, ainda sei o teu cheiro e cada vez que fecho os olhos ainda te vejo ao longe a sorrir e a dizer-me olá!
Fazes-me muito falta e agora o sinto cada vez mais. Precisava dos teus conselhos e de ouvir o que a experiência já te mostrou. Mas vou falar baixinho e sei que vou obter respostas onde menos espero porque continuas a surpreender-me em todo o lado, quando menos espero! Isso não mudou nem nunca vai mudar.
Minha princesa, minha estrela, minha luz, minha estrada e gosto muito de ti, como sempre vou gostar, aconteça o que acontecer!
p.s.- ainda não me esqueci do que me prometeste quando os exames acabassem, vou ficar à espera! tu sabes *


(hoje o dia é teu e não podia deixar que fosse passado em vão!)

segunda-feira, 23 de maio de 2011

a morte não é nada!



A morte não é nada.
Eu somente passei
para o outro lado do Caminho.

Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês,
eu continuarei sendo.

Me dêem o nome
que vocês sempre me deram,
falem comigo
como vocês sempre fizeram.

Vocês continuam vivendo
no mundo das criaturas,
eu estou vivendo
no mundo do Criador.

Não utilizem um tom solene
ou triste, continuem a rir
daquilo que nos fazia rir juntos.

Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.

Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi,
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.

A vida significa tudo
o que ela sempre significou,
o fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora
de suas vistas?

Eu não estou longe,
apenas estou
do outro lado do Caminho...

Você que aí ficou, siga em frente,
a vida continua, linda e bela
como sempre foi.
Santo Agostinho


Estrela, desculpa não ter coragem de me despedir de ti! Sinto-me muito fraca para isso e eu sei que me desculpas e que sabes que estou contigo da mesma forma que estás comigo.
Cuida de mim nesse lugar onde estás. Eu vou lembrar-me do que sempre me disseste e guardar o teu sorriso como a melhor arma do mundo!
És um anjinho, o meu anjinho da guarda.
Até já, vê-mo-nos por aí.

terça-feira, 19 de abril de 2011

solto, mas meu!



todos os dias me lembro de ti e de nós. e penso no que disse, no que disseste e no que ficou por dizer. e sabes o que me apetece sempre fazer?
largar tudo ir a correr até à tua casa. chegar lá e pegar-te pela mão, olhar-te nos olhos e sem dizer uma única palavra correr dali para fora até ao fim do mundo.
já tenho saudades nossas, tuas, minhas.
se eu pudesse mudar o rumo natural das coisas queria mais um beijo, mais dois, três, quatro, infinitos beijos e depois deixava-te ir. solto. em liberdade total. sem limites ou datas de regresso.
se fosses realmente meu, voltarias. se não fosses, ficaria em mim o doce amargo de um final (in)feliz!

quarta-feira, 9 de março de 2011

quando sou um segundo!



adoro quando me fotografas; consegues captar aquele segundo que fica suspenso entre o tempo e o teu clique. e é nesse segundo que fica sempre o melhor de mim como se fosses capaz de mostrar em todas os pormenores o que não se vê nem se sente.
sabes, é por isso que gosto de e que sei que nunca haverá nada que nos faça voltar atrás no tempo. esse que pensa que nos leva e nos consegue fazer desistir à medida que ele passa. não é assim! e até nesse clique o tempo pára e tu demonstras o que nele há de melhor e o sorriso fica firme e leve, o olhar brilhante e perdido e tudo o que está à volta se concentra num único ponto de luz!
no final o artista és tu. eu sou aquela que brincou com a arte de ser artista.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Com um bom aviso, por favor!


Ando ausente de tudo o que eu gosto e a perder cada vez mais o interesse por aquilo que sempre me fez feliz! Não sei qual a razão de tanto sentimento de derrota nem o porquê desta sensação amarga na boca. Parece que me falta alguma coisa. Mas essa coisa eu ainda não a vi nem achei.
Estou perdida em tudo o que faço! Não sei a quantas ando e para seguir com tudo isto perdi o meu relógio do amor. Parece que estou sobe o efeito de uma substância que não é legal e que fez o excelente favor de me deixar neste estado.
Mas agora a sério: seja lá o que for que me deixe! Eu até gosto de estar louca, perdida e sem rumo para o que quer que seja mas não é durante tanto tempo. Chega-me aqueles segundos em que parece que o mundo parou para nós, chega-me uma noite e pronto. Não preciso, não quero e não vou tolerar mais.
Agora vá, vão embora e deixem-me em paz. Sejam vocês quem forem, vão embora por tempos indeterminados e da próxima vez avisem que vêem para eu ficar atenta!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

uma pequena descoberta!


um dia os sonhos vão acabar por ficar numa mesa de café por entre os espaços vazios do fumo do cigarro que, invisivelmente, está sempre na tua mão. os sonhos que eu e tu tanto sonhamos enquanto passamos uma tarde de aventuras sempre nas mesmas paredes.
é assim que eu defino a nossa amizade: um café cheio de movimento, onde pelo menos uma vez por semana eu fica lá contigo, um espaço amplo e cheio de barulhos e olhares que nós nunca mais vamos cruzar.
é assim que nos quero ver sempre! onde nada é concreto e exacto, sem nunca saber onde me posso surpreender e com o que posso contar. é assim que te vejo: como uma caixinha de segredos que todos os dias se abre para me mostrar mais uma face que eu nunca tinha visto.
e não te preocupes com os teus lados negativos ou com os teus momentos de pura impaciência, eu aturo-os e gosto muito de ti assim.
ora doce, ora rebelde, ora verdadeira, ora irónica, ora minha, ora dos outros! assim tão tu, sempre tu minha pequena amizade!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

o teu mundo inspira-me!


Fazes parte daquele grupo de pessoas com quem posso contar para tudo na minha vida sempre e para sempre, e se calhar é por isso que as mãos me tremem de emoção ao te escrever estas palavras. Tu dás-me muito do que não tenho e no entanto nunca descansas..., nunca te cansas de tentar descobrir em mim o que me falta para ser melhor e mais feliz. Acreditas, incondicionalmente nas minhas capacidades, relativizas os meus defeitos, aturas as minhas neuras, partilhas as minhas vitórias, estás ao meu lado para o que der e vier.
Dás-me paz, companhia, doçura, harmonia, amor, serenidade, confiança. Dás-me a mão, o teu coração e a tua cabeça, as tuas memórias e os teus projectos, fazes-me sentir importante quando estou do tamanho de uma ostra e fazes-me rir quando quero chorar e chorar quando rio.
Uma amizade assim não tem fim, mas tem principio e meio, e no meio de tudo isto só te posso dizer meu querido V que o mundo não teria a mesma luz se tu não fizesses parte dele.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

nunca desistas de mim!


sempre tive medo que me dissesses que querias desistir. mas ainda tive mais medo que não fosses capar de me dizer olhos nos olhos que essa era a tu escolha.
como é que pude adivinhar que o ias fazer? é tão estranha a forma como te conheço e como já sei quais são os teus passos por muito que os mudes. o mais engraçado é que dizes ter coragem para tudo e como eu adivinhava, não foste capaz de me dizer olhos nos olhos que ias desistir de uma vida tão dura como esta de quem ama. disseste-me que ias desistir numa mensagem toda cheia de metáforas e ironias que eu já sei de cor e que já nem me iludem. pensas que ainda me mentes como me mentias no início? ou julgas que ainda me enganas com a mesma facilidade?
vamos lá dizer a verdade: eu sei que fazes isto tudo porque gostas tanto de mim como eu de ti. sei que o fazes porque adoras ver-me irritada e a dizer coisas que não quero para no fim vires cheio de mordomias fazer as pazes. mas já nem se trata disso meu amor! trata-se acima de tudo da verdade e com ela não se brinca.
sabes que estou aqui e que espero por ti todos os dias. que já morro de saudades de sentir o teu cheiro em partículas vazias no ar e que só de saber que andas lá tão longe fico a pensar se pensas em mim como penso em ti! e pensas?
só te quero pedir para não desistires! isso é não é para ti nem para ninguém por isso, fica comigo, fica.
Sabes que mais vou ligar-te agora só para dizer-te o que te disse na última noite que passamos juntos!
- És tu princesa?
- Sou sim! Apenas liguei porque queria dizer-te uma coisa?
- O quê? Deixa-me adivinhar! - eu adoro quando me deixas a sonhar - vais-me dizer que queres que fique, que cuide dos teus passos e que continue a amar-te! É isso?
- Não! Quero primeiro sussurrar-te ao ouvido, - eu sei que adoras quando o faço - quero dizer-te que estou ai ao teu lado e que podes sentir-me se fechares olhos! Mas o mais importante é que quero dizer-te que não desistas de mim agora, agora que passamos a noite mais temida e que o sol voltou a nascer é isso. E lembra-te eu amo-te.
- Amas? Mas eu.. - já vai voltar ao mesmo?, pergunto a mim mesma.
- Tu nada! Não me mintas agora!
- Eu não precisava que dissesses nada! És a mulher da minha vida morra eu agora ou amanhã. Não desistas de mim tu, fica comigo. Vem dormir comigo hoje. - mal ele sabe que estou em frente a casa dele à espera que me abra a porta!
- Estou aqui, só precisas de me abrir a porta!
Vejo-o a espreitar pela janela e já o sinto perto de mim.
- És mesmo tu?
- Sou mesmo eu, só para ti, para sempre!
E num beijo seguro demonstra-me que nunca irás desistir porque o amor é difícil e a vida de quem ama é dura, mas no fim, saímos sempre compensados porque o amor é tudo.

podia oferecer-te isto!


Tu olhas para uma pessoa, uma pessoa que sabes que não é uma pessoa qualquer, porque o teu olhar fixa-se nela e quando ela olha para ti e sente o mesmo que tu, sentes que alguma coisa vai acontecer. Não sabes nada ainda, mas intuis, intuis com os teus sentidos, com o teu corpo e às vezes com o teu coração que aquela pessoa pode ter qualquer coisa para te dar, que não sabes o que é, mas sabes que um dia vais descobrir e que esse dia pode ser nesse momento, e é então que tiras os dados do bolso e os lanças para cima da mesa.

Quando nos interessamos por alguém, nunca sabemos no que vai dar. Lançamos os dados como quem os deixa cair quase por acaso e muitas vezes nem queremos saber quanto deram: um e um, dois e quatro, três e três, cinco e dois, é sempre um mistério, porque a sorte também manda na vida, manda mais do que queríamos e menos do que gostávamos, por isso desconfiamos dela sempre que nos é favorável, mas aceitamos as suas traições como a ordem natural das coisas, por mais absurdas que sejam.
Os dados caíram quando levantaste o copo e eu vi no chão seis e seis, vi-te a apanhar os dados e a rir, ouvi a tua voz e quando começámos a conversar, percebi que os dados estavam certos.

Gostamos de tudo um no outro; eu gosto da tua casa, da tua música, da tua forma desligada de olhar para o mundo, tardes inteiras a repetir em stereo os melhores sketches do Gato Fedorento, os passeios à beira mar de camisola de lã com capuz, as polaroids com legendas e a forma como te divertes com tudo o que te rodeia. E tu gostas da minha alegria de viver, do meu sarcasmo cirúrgico, de dizer sempre tudo o que penso, sinto e quero, mesmo quando não estás preparado para me ouvir.
Eu gosto de te conhecer e de te perceber, porque és diferente dos outros homens e tu gostas que eu te entenda melhor do que as todas as mulheres. E gostamos de estar um com o outro; à mesa, em casa, com amigos, sem amigos, com sono, sem sono, mas sempre perto quando estamos perto, mesmo que fiquemos longe quando nos afastamos.
Acredito que todos temos direito a ter sorte e que, quando alguém aparece na nossa vida de repente, ou é porque nos vai fazer bem ou é porque nos pode fazer mal. E eu vi-te com bons olhos desde o primeiro momento, achei que me ias ajudar a limpar a tristeza, que a tua presença quase imperceptível na minha vida seria como um bálsamo, uma música perfeita e harmoniosa, um dia ao sol, ou uma noite em branco, daquelas que nos fazem pensar que a vida está cheia de surpresas boas e que vale mesmo a pena estar vivo, só para as saborear.

Tu foste e és tudo isto, e ainda mais agora, que somos amigos; entre nós não há pesos nem amarras e o silêncio não quer dizer ausência, apesar da ausência reinar nos nossos dias.
Quando lançamos os dados, nunca sabemos no que vai dar; tu podias ser um assassino encapotado e eu uma neurótica disfarçada, mas tivemos sorte, porque somos duas pessoas normais, com coração, e dois ou três princípios que nos fazem estar bem com a vida e com os outros.

Só tenho pena de não ser dona do tempo, porque houve momentos que, se pudesse, teria vivido mais vezes ou mais devagar, como quem saboreia um chá de menta, ao fim da tarde, no largo da Igreja a ouvir os sinos. E como escrever é a melhor forma de falar sem ser interrompido, digo-te agora e sem rodeios, fica comigo mais uma vez, vem rir do mundo e adormecer nos meus braços, abrir o teu coração e sonhar acordado, vem ter comigo hoje, porque eu quero lançar outra vez os dados e aposto que vai dar seis e seis outra vez, porque os dados nunca se enganam e a amizade é o amor sem preço e sem prazo de validade.”

Seis e seis – Margarida Rebelo Pinto

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

obrigada pessoas lindas!


Estou de volta. E nem imaginam como me soube tão bem estas horas fora da minha rotina tão normal e tão monótona. Estou feliz por todos os momentos que tive e por todas as coisas que fiz, disse e aprendi. Sim, aprendi muito nestas horas com elas e com o mundo que me rodeia.
Obrigada a elas por serem fantásticas e obrigada ao mundo por existir!
p.s.- e a vocês, meus queridos e eternos amores, obrigada por serem os melhores seguidores!

sábado, 11 de dezembro de 2010

SEGUIDORAS LINDAS!


Caras seguidores, sim seguidoras, este post é especialmente dedicado a vocês e ao vosso lado feminino!
Vou precisar, mais uma vez, dos vossos gostos para me ajudarem a escolher um vestido para a passagem de ano. Já andei às voltas cá em casa e tudo o que tenho não me apetece usar (tão típico não é verdade?) e então, vou ter de fazer umas compras para ver se encontro alguma coisa!
Por isso, se alguma de vocês tiver alguma ideia por favor conte-me e ajuda-me eu aceito todas as ideias e mais algumas, a sério!
Um beijinho enorme para todas e eu gosto muito de vocês do tamanho do mundo *

sábado, 20 de novembro de 2010

sem rumo certo!


O meu tempo não me deixa estar contigo! Não me perguntes porquê que isso é assim, porquê que o meu tempo é diferente do teu porque eu não tenho respostas. Começo mesmo a achar que não penso, que não sei nada e que não faço nada bem. Anda tudo aos contrário do que eu preciso e do que eu quero.
Eu dava tudo para poder sair agora de casa e correr para os teus braços, perder-me no teu perfume de outras aventuras e dizer-te ao ouvido "finalmente estamos a sós!". Mas tudo o que eu quero fica assim, por concretizar! Fica tudo em sonhos patéticos de um mundo que não é o meu e depois, quando acordo, dou por mim a correr para um deserto de emoções estragas e perco-me sem rumo certo.

domingo, 14 de novembro de 2010

o dia em que te vou esquecer!


Tenho sentido a tua falta! Não sei porquê que ainda a sinto se jurei a mim mesma que te tinha esquecido e que já fazias parte de uma história passada.
Pelos vistos andei, mais uma vez, a enganar tudo e todos com as minhas falsas crenças. Mas se ainda não te esqueci e se ainda sinto a tua falta, não consigo entender onde irei buscar as forças que preciso para virar a página. Talvez esteja a precisar de parar de dizer o verbo esquecer em todos os tempos para me acreditar de um possível esquecimento que não ocorreu e começar a construir outra história! Uma história onde eu sou protagonistas e tenho a capacidade de decidir tudo o que posso ou não fazer. Talvez seja isso!
Depois, mais tarde, conseguirei andar por todos os lados, ouvir todas as músicas, ouvir os outros e fazer tantas e tantas coisas sem me lembrar que em dias anteriores as fiz contigo. E ai, ai sim, poderei dizer que te esqueci!
p.s.- os sonhos vão com as bolas de sabão.

sábado, 13 de novembro de 2010

dói? mas é a verdade!


"Eu queria-o a ele, ele queria-me a mim e a outras; eu sofria, ele não ligava; eu chorava, ele ria; eu falava, ele não ouvia; ele mentia, eu acreditava; eu esperava, ele não voltava; eu queria uma relação séria, ele só queria divertir-se; eu demonstrava os meus sentimentos, ele brincava com os meus sentimentos; eu sorria para ele, ele ria de mim; eu acreditava em tudo que ele dizia, ele dizia o mesmo às outras; eu iludia-me, ele alimentava a ilusão; eu esperava por ele, ele já estava com outra. eu amava, ele gostava; eu fazia tudo por ele, ele dizia que não se contentava com tão pouco; eu achava que ia dar certo, ele tinha certeza que ia dar errado; eu queria-o para sempre, ele só por um momento; eu entregava-me, ele evitava; eu dizia: eu amo-te e ele apenas sorria; eu procurava um príncipe, ele procurava a próxima. eu queria "O", ele queria "UMAS". ele descobriu que eu era a ÚNICA, eu descobri que ele era só MAIS UM."

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

queridos seguidores, #02


desculpem nunca mais cá ter vindo nem ter dado notícias! ando desiludida e com alguns problemas e então não tenho passado cá, não tenho vindo escrever, desabafar e dizer umas quantas coisas que me enchem a alma.
peço desculpa a vocês que me seguem, que me lêem e que sabem tão bem o que eu sinto em tudo o que digo e no que está para além disso.
eu adoro-vos e pensei sempre em vocês, acreditem. mas não estava bem e então não tinha forças para ir cá.
agora eu prometo que vou escrever mais e melhor, para mim e para vocês!
um beijinho da vossa lá LOVE

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

citações #03


Podias ter-me dito que ias sair da minha vida. A paixão é mesmo isto, nunca sabemos quando acaba ou se transforma em amor, e eu sabia que a tua paixão não iria resistir à erosão do tempo, ao frio dos dias, ao vazio da cama, ao silêncio da distância. Há um tempo para acreditar, um tempo para viver e um tempo para desistir, e nós tivemos muita sorte porque vivemos todos esses tempos no modo certo. Podias ter-me dito que querias conjugar o verbo desistir. Demorei muito tempo a aceitar que, às vezes, desistir é o mesmo que vencer, sem travar batalhas. Antigamente pensava que não, que quem desiste perde sempre, que a subtracção é a arma mais cobarde dos amantes, e o silêncio a forma mais injusta de deixar fenecer os sonhos. Mas a vida ensinou-me o contrário. Hoje sei que desistir é apenas um caminho possível, às vezes o único que os homens conhecem. Contigo aprendi que o amor é uma força misteriosa e divina. Sei que também aprendeste muito comigo, mais do que imaginas e do que agora consegues alcançar. Só o tempo te vai dar tudo o que de mim guardaste, esse tempo que é uma caixa que se abre ao contrário: de um lado estás tu, e do outro estou eu, a ver-te sem te poder tocar, a abraçar-te todas as noites antes de adormeceres e a cada manhã ao acordares. Não sei quando te voltarei a ver ou a ter notícias tuas, mas sabes uma coisa? Já não me importo, porque guardei-te no meu coração antes de partires. Numa noite perfeita entre tantas outras, liguei o meu coração ao teu com um fio invisível e troquei uma parte da tua alma com a minha, enquanto dormias.

Margarida Rebelo Pinto

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

uma cama feita de sonhos!


sonho contigo todas as noites e por mais que me deite a pensar em tudo menos em ti, o meu sonho não muda! és tu e tudo o que me faça lembrar-me de ti, naquilo que é a minha alma e o meu corpo numa altura em que durmo como um anjo.
e o pior de tudo é que estou sempre a aparecer contigo, estamos sempre nós! e é esse nós que eu não conheço de maneira nenhuma. são as conversas, os abraços, a tua voz doce e delicada, o teu cheiro suave, as tuas mãos meigas e frias e os nossos olhares comuns. sinto-me tão bem quando sonho assim, quando vivo num imaginário que eu queria que fosse a minha realidade, o meu pão nosso de cada dia. mas quando acordo e percebo que a realidade é bem diferente do que vive, entendo que podia ter ficado a dormir por mais uns minutos e consequentemente ter sonhado com um nós que nem existe, mas que alimenta a alma em momentos de paz profunda.
sabes que mais? vou dormir! vou sonhar! vou viver a minha outra vida, pois só ela me leva a ti, só ela me conforta, só ela me faz ser tua.. nem que seja numa horas!

domingo, 24 de outubro de 2010

mais do que de ti, preciso de uma droga!


estou a precisar de ti e não sei o que estás a fazer do outro lado do mundo! ser um
as coisas mudaram tanto minha querida, mudaram-se até as palavras e os actos.
hoje, queria dizer-te que tenho saudades tuas e que precisava daqueles abraços intermináveis. precisava que me agarrasses nos teus braços e me levasses para um silêncio infinito onde a única coisa que podia servir de melodia era o teu amor por mim e as minhas lágrimas de dor. queria dizer-te que estou com saudades tuas, estou com muitas saudades tuas!
p.s- a dor que sinto é forte e intensa, mais do que de ti e do teu carinho, trás-me uma droga forte. daquelas que matam à primeira respiração, eu preciso de uma dessas!