domingo, 28 de novembro de 2010

da janela do meu quarto!


tenho ficado todos os dias sentada na minha janela a ver se passas!
mas tudo o que passa é o tempo e com ele as memórias de tudo o que vivemos juntos. acho que são essas as únicas certezas que me fazem acreditar que um dia ainda podes voltar, as certezas de que um dia me disseste que ainda me ias dar a lua e a pintei para ti. são essas memórias que de vez em quando me visitam a alma que me fazem sentir as saudades no ar, a dor no peito e o vazio do meu lado. parece que sempre me vai faltar uma peça, uma mensagem, uma esperança como se tudo o que tinha o tivesse deixado partir contigo. e agora, não sou capaz de começar uma vida nova sem me despedir de ti como deveria ser.
espero por ti, todos os dias ali me sento como se tu algum dia fosses aparecer nem que fosse numa simples passagem. espero como se soubesse que voltas e que voltas para mim.

hoje o tempo escureceu rapidamente e eu tive de voltar para dentro. fechei os olhos e imaginei que tinhas vindo e como ainda podíamos vir a ser felizes. pena que tudo não passe de um sonho, pena que tenham sido apenas promessas, apenas sonhos, apenas mentiras.
eu adoro a maneira como me mentes, como mentes e como a mentira soa a verdade na tua boca! eu adoro as tuas mentiras e são elas que dão vida às minhas verdades.

12 comentários:

  1. Uma coisa te digo minha querida, um dia vais sentar-te na tua janela e vais reviver tudo isso com saudades. Mas saudades boas, daquelas que não doem e só nos fazem acreditar que tudo o que vivemos não foi uma mentira. Ainda existem coisas porque valem a pena lutar e ainda existem momentos, que apesar de tudo, merecem ser guardados... :)

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  2. tá lindo, minha querida :)

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  3. tá lindo, minha querida :)

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  4. está perfeito, adorei *

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  5. AMO *
    já te sigo , minha linda (:

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  6. vais ver que ele ainda vai voltar :)

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  7. as esperanças são sempre as últimas a morrer querida, não te esquecas!

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Posso não concordar com nenhuma das palavras que tu disseres, mas defenderei até à morte o direito de tu as dizeres.
Voltaire