domingo, 31 de outubro de 2010

acreditem, lutem, sejam felizes!



Quando sofremos a primeira derrota...
Quando alguém sopra e desaba algo em que depositamos toda a nossa alma a tentar construir...
Quando alguém nos encurrala...
Quando alguém nos verga...
Quando caímos...
Quando nos corta-mos...
Quando alguém nos usa...
Quando nos desprezam...
Quando sentimos que não temos mais para dar...
Quando todos nos dizem para desistir...
Quando todos dependem de nós e falhamos...
Quando nós dependemos de alguém e esse alguém nos falha...
Quando alguém próximo morre...
Quando estás rodeado, mas estás só...

Dói!

E volta a acontecer...
e dói de novo!...

E recuperamos e não desistimos...
E prometemos e ganhamos esperança...
E trabalhamos e subimos e crescemos e sonhamos...

E dói novamente...

Aquela facada no peito,
Aquela garganta apertada que nos faz lutar só para conseguirmos respirar,
Aquela lágrima que tentamos esconder, mas ela insiste em se mostrar...

Até que...
Um dia...
Tudo acontece de novo,
Mas já nada sentimos...
Estamos cá...mas já não estamos
Nada nos assusta

Estamos mais fortes...ou simplesmente dormentes?

Quando um dia se depararem com esta pergunta...
Não esperem pela resposta
Tenham a ousadia de insistir, de não baixar os braços, de tomar iniciativa, de mudar, de experimentar, de querer vencer!

Se não procurarmos a nossa sorte ela não nos vai encontrar!

"Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo."

18 comentários:

  1. PERFECT *

    não tem qualquer problema querida. <3

    ResponderEliminar
  2. quando sofremos dói sempre .

    ResponderEliminar
  3. Ó está normal minha querida :$

    ResponderEliminar
  4. A simplicidade, fascina-me (:

    ResponderEliminar
  5. quem ama sofre
    quem sofre luta
    quem luta ganha

    ResponderEliminar
  6. está giríssimo, adorei!
    vou seguir*

    ResponderEliminar
  7. Já somos duas a gostar, então *.*
    Obrigada querida.

    ResponderEliminar
  8. big adoro-te para este blog

    ResponderEliminar

Posso não concordar com nenhuma das palavras que tu disseres, mas defenderei até à morte o direito de tu as dizeres.
Voltaire