sexta-feira, 29 de outubro de 2010

just the way you are!


yesterday, today, tomorrow eu vou estar cá para te ouvir! e independentemente de as minhas respostas não serem conclusivas, de não ajudarem em nada e de o teu íntimo pensar que estou apenas a falar em vão, podes acreditar que estou sempre a dar o meu melhor e a tentar suavizar as tuas pequenas feridas.
sei que não parece e também posso saber que as minhas atitudes não são as melhores para o afirmar, mas mesmo assim, sou capaz de te dizer que te conheço e que sei que estavas triste e que os teus olhos não estavam a brilhar como em tantos outros dias. lamento, mas acho que já não consegues passar tão despercebido!
essa é a única coisa que invejo em ti: a tua forma discreta de estar, de ser e o jeito suave com que escondes o teu "eu" como forma de te proteger. adorava saber fazê-lo e se um dia quiseres perder um dia para me ensinares, eu aceito.
hoje estás a merecer isto. apenas porque a única forma que tenho de fazer sentir alguém bem, é escrever-lhe! seja o que for, seja o que eu disser, é o melhor que eu sei fazer. o melhor mesmo!
por isso, com todas as insignificantes palavras que escolhi para ti, quero terminar dizendo-te que digam o que disserem as vozes loucas do mundo podes sempre confiar em mim e naquilo que sou. os ecos que se ouvem sobre o que digo, sinto ou faço são meras sinfonias mal construídas sobre mim pois no fundo, a verdade só reside em mim!
para poderes saber a verdade, terás de me conhecer assim, como sou capaz de te conhecer sem que ninguém me diga o que se passa.
p.s.- gosto muito de ti

8 comentários:

  1. gostei muito minha li :)

    ResponderEliminar
  2. é uma fase li, acontece. mas acabar com o blogue não vai resolver :x

    ResponderEliminar
  3. a serio ?
    de facto nao conhecia
    LINDOO

    ResponderEliminar
  4. está bastante lindo, bastante *

    ResponderEliminar
  5. fá-lo se quiseres querida <3

    ResponderEliminar

Posso não concordar com nenhuma das palavras que tu disseres, mas defenderei até à morte o direito de tu as dizeres.
Voltaire